pensei em ondas. na natureza da onda: tragédia salgada, gesto repetitivo de mar insistente, que me cansa só de olhar. a não ser por um instante, bem breve, que observo: suspense de onda suspensa, quase indecisa entre a suavidade da ondulação e a força da arrebentação. e aí ela quebra, porque é inevitável.
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